HORA DO (K)DRAMA: IT’S OKAY, THAT’S LOVE!

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~ Annyeonghaseyo, Usagi imnida!

Exatamente, não é a Alana! Sou eu, a Usagi, nova colunista do Watashiwalana. Bem, eu fui convidada a trazer um conteúdo um pouco diferente dos quais vocês estão acostumados. Por acaso você já ouviu falar sobre Doramas? Hoje eu te convido a mergulhar nesse universo amargo mas ao mesmo tempo tão doce que pode te deixar com algumas cáries.

Doramas são basicamente novelas orientais (K-Drama, J-Drama, C-Drama e TW-Drama são os mais conhecidos – isso mesmo, outros países orientais além da Coréia produzem doramas, mas temos que admitir que a Coréia investe muito mais nas suas novelas do que os outros países, mas isso é história pra outro post). Os doramas são extremamente populares no meio do KPOP: se tiver 10 pessoas, provavelmente 5 já assistiram e as 10 já ouviram falar sobre algum dorama. Isso porque diversos k-idols são convidados pra participar das novelas (chama um Idol que o dorama é HIT na certa!), e a gente acaba indo assistir por fulano e se apaixona por outro personagem.

E não foi diferente comigo ~suspiros~

Depois dessa introdução meio longa HAHAHAHA finalmente veio falar sobre o meu dorama favorito: Tudo bem, Isso é amor! ou Gwaenchanha, Sarangiya!

Hmmm, por onde eu começo?

Apesar do título parecer bobo(?) a história desse dorama não tem nada de boba. Confesso que comecei a assistir pelo nosso amado Do Kyungsoo (D.O do EXO) e me surpreendi ao mesmo tempo que a trama me cativou. O dorama aborda os transtornos psiquiátricos, e o assunto é tratado em um todo – tanto com os personagens principais quanto com os secundários e até os que aparecem em um ou outro episódio. É tudo tão bem construído que dá até gosto de rever.

Ji Hae-soo é uma Psiquiatra boladona (lê-se promissora) que, apesar de resolver e tratar de vários casos dos seus pacientes com sabedoria, é incapaz de lidar com os próprios traumas de infância – por causa deles adquiriu ansiedade/síndrome do pânico -, e não consegue se relacionar com homens intimamente. No entanto, ela se forçou em um relacionamento por quase um ano, prometendo pro rapaz que assim que eles completassem 300 dias dormiriam juntos. Hae-soo tem uma personalidade forte, egoísta e um tanto irredutível, e no decorrer do drama podemos ver a mudança nítida e o amadurecimento da personagem (em minha opinião é uma das melhores partes).

Quando a vida é difícil, sempre pensamos que não há como viver. Há esperança, não importa o quão difícil é a situação” – Ji Hae Soo

Jang Jae-yeol é um escritor best-seller de romances e DJ da sua própria rádio, famigerado oppa encantado e bonado $$ HAHAHAHAHA A primeira impressão que a gente tem do Escritor é “QUE CARINHA MAIS PREPOTENTE!”, mas quando começamos a conhecer o personagem é um verdadeiro tapa na cara. A cada episódio eu me apaixonava mais por ele! A sua história e todo o mistério envolvido são cruciais pro dorama inteiro, o que te deixa com vontade de devorar os episódios.

“Amor não é sacrificar algo pela a outra pessoa, é acrescentar algo” – Jang Jae Yeol

A Psiquiatra e o Escritor se conhecem um programa de Talk Show, e logo de cara Hae-soo pega o famigerado ranço do Jae-yeol (mas nesse primeiro episódio quem não pega né? Difícil de defender); já o Jae-yeol se interessa cada vez mais por ela. Acontece que algum tempo depois, por ironia do destino (ou por conta do roteiro), a casa do Escritor entra em reforma e ele acaba se mudando para sua outra casa que está alugada (eu disse que ele era rico!) por Jong Dong Min, um psicólogo bem humorado, e que por coincidência divide a casa com Hae-soo e Soo Kwang, um garçom com a síndrome de tourette.

Bom, dá pra imaginar o que vem depois? Vocês podem até chutar algo, mas garanto que não é nada do que vocês estão pensando. Esse dorama é daqueles que te deixam de boca aberta!

Tem muitos outros personagens maravilhosos, mas se eu for falar sobre todos aqui o post vai ficar enorme HAHAHA Apesar da história principal ser bem pesada e outras histórias dos personagens secundários e recorrentes também – afinal saúde mental é coisa séria -, a comédia não deixa IOTL cair em um drama chato e absoluto de only sad reactions. Eu gosto bastante desse dorama porque ele nos traz pra mais perto da realidade, deixando claro que somos humanos e todos temos imperfeições, segredos e traumas e ainda assim podemos viver com isso. E uma das melhores coisas sobre esse dorama é que não tratam os pacientes com distúrbios mentais como loucos ou anormais, pelo contrário, o foco é que qualquer um pode ter uma doença mental e que, sim, você pode voltar a viver sua vida normalmente com a ajuda de profissionais.

Além da história ser maravilhosa, a OST (“Original Sound Track” ou Trilha Sonora Original) também não deixa a desejar. Minhas preferidas são: Cross My Mind do Twin Forks, Best Luck do Chen (EXO) e It’s Alright, That’s Love do Davichi. IOTL arrecadou 17 vitórias e 8 indicações entre premiação famosas como KDA, MMA e MAMA.

É difícil dizer o que eu mais gostei nesse dorama: atuação, enredo, OST, desfecho e etc. No geral, é tudo excelente. Aqui fica minha indicação, vai te arrancar boas gargalhadas, te fazer refletir, talvez chorar e te deixar com vontade de ter uma breve amnésia pra assistir tudo de novo com a mesma emoção.

E ai, o que achou do meu primeiro post? Se ficou interessado no dorama – espero que sim! – você pode assistir clicando AQUI.

Aqui foi a Usagi e corta!

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