HORA DO (K)DRAMA: UNCONTROLLABLY FOND

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Annyeonghaseyo, Usagi imnida!

E aí, dorameiros! QUASE que essa resenha não sai, assim, tinha 95% de chances de não sair mesmo! Mas brasileiro não desiste nunca e cá estamos, não é mesmo? Bem, essa resenha era pra sair lá em agosto, quando eu fui na casa de uma das minhas melhores amigas e a gente acabou batendo um papo sobre Uncontrollaby Fond.

Shin Joon Young (Kim Woo-Bin), foi criado sozinho pela sua mãe de maneira simples. Não era um bom aluno, mas a partir de um momento na sua vida começou a estudar duro pra ser um grande juiz. Porém, devido as desandadas do baile, acabou se tornando um ator e, consequentemente, virou uma grande celebridade pelo seu bom desempenho – e aparência – sendo um verdadeiro hit #1 em vários países.

Noh Eul (Bae Suzy), é uma garota de família pobre e bondosa. Perdeu a mãe quando era criança e no ensino médio seu pai veio a falecer também após um acidente de carro, então desde jovem assumiu a responsabilidade de criar seu irmão mais novo, Noh Jik (Lee Seo-Won).

 Que fotão da p*rra né não?

A trama começa com nosso Joon Young já causando no set de filmagens, e em seguida descobrimos que ele tá com câncer e tem menos um ano de vida – no drama que ele tá atuando, seu personagem morre por isso ele entra em estado de negação. Mano, esse carinha aguenta muita coisa sozinho! Primeiro que ele se recusa a contar pras pessoas mais próximas que ele tá doente, então muitas vezes acaba tachado como uma estrela egoísta e arrogante que faz o que bem entender, mas na real ele só quer curtir os últimos meses levando uma vida “normal” e sem ninguém o encarando com um olhar penoso. Segundo, o relacionamento com a mãe dele é muito deturpado por pura bobagem, ela sonhava que o filho se formaria em direito e então poderia encarar o ex-marido como quem diz “Viu? Eu criei ele muito bem sozinha, meu amor!”, mas aconteceu uma situação – se eu contar é spoiler – que faz Joon Young desistir da carreira e para evitar que a mãe se chateie. Ele esconde o real motivo e aquilo faz com que a Ahjumma pegue ranço do próprio filho ???? Chega a ser frustante como ele aguenta tudo sozinho – um santo desses.

Noh Eul presenciou a cena do seu pai sendo atropelado e viu que o culpado fugiu sem prestar socorros – ela sai correndo atrás do carro gritando, mas nada. Quando jovem sempre foi uma pessoa bondosa, que pensa nos outros antes de si mesma e com um grande senso de justiça, mas após ver que os ricos podem sair “ilesos” dos crimes que cometem ela mudou seu jeito de pensar. Digamos que a vida a torna o que ela mais odeia – a língua paga, né? Já crescida e cheia de dívidas, virou produtora na empresa SNU Productions. Acaba se desdobrando e fazendo “trabalhos extras” pra pagar suas dívidas – tipo chantagear grandes empresas que estejam andando fora da linha, isso aí, ela recebe uma grande propina das tais empresas.  Noh Eul realmente muda da água pro vinho, mas eu não a culpo. Sem orgulho ou escrúpulos, ela tá desesperada pra se manter viva então aceita qualquer trocado – eu fico imaginando se fosse um filme ao invés de um dorama o que não rolaria #pesado.

Os dois se conhecem desde o ensino médio, mas como deu pra ver seguiram rumos bem diferentes – e ambos estão infelizes com esses rumos. A principio Joon Young tenta ajudar Eul achar o culpado pela morte do seu pai, depois que ela desaparece – por conta dos agiotas que vão atrás dela EM PLENO FUNERAL, MANO!? – e assim eles voltam a se encontrar quando ele entra pra faculdade. O tempo passa e eles perdem o contato, Shin Joon Young entra pro Hall da fama e Noh Eul tá comendo o pão que o diabo amassou. Em uma ironia do destino os dois voltam a se encontrar, Eul promete ao Manager do Joon Young que vai convencê-lo a gravar um documentário sobre sua vida, e nesse ponto a história dos dois começa a desenrolar. Na realidade, nesse dorama temos 7 personagens com as histórias interligadas, mas se eu contar tudo aqui vai perder a graça, né? AHAHAHAHA É impressionante como as histórias se interligam.

O dorama em si é bom, mas creio que a trama caiu em tragédia absoluta – claro que há cenas que nos fazem rir, mas as que fazem chorar são as de grande peso -, infelizmente por ser assim o dorama foi muito criticado, eu penso que a razão é: os telespectadores coreanos odeiam finais infelizes. Também não tinha nem como concorrer com W Two Worlds sendo lançado na época, né?

Então se você gosta de histórias tristes e melancólicas com aqueles casais hiper mega lenga-lenga – lê-se “casais que demoram muito pra ficar juntos” -, recomendo esse dorama, não é ruim – só é triste. Como eu disse lá em cima, a história é conectada entre os 7 personagens, o que eu acho extremamente difícil de se fazer e ainda assim sair uma história boa, no quesito roteiro é realmente excelente.

A trilha sonora também é repleta de hinos – quem assistiu o dorama e não se apaixonou pela OST assistiu errado -, incluindo as fadas Wendy e Seulgi (Red Velvet), Hyolyn (Sistar) e a própria Suzy (Miss A); também temos músicas americanas, não vou mentir que amei, já ouviram falar sobre a banda indie New Empire? Eles são realmente bons, recomendo muito!

Você pode assistir Uncontrollably Fond no Viki e no Kingdom Fansub.

Peço perdão pelo nosso sumiço e pelo post meia boca, as coisas estão complicadas comigo e com a Alana – mais com a Lola -, não desistam da gente, por favor! Vamos melhorar, nee?~

Aqui foi a Usagi e corta!

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